jacques.casteau


Jacques Casteau é o alter-eco de Jacques de Lavin, uma dupla de um só Mergulhador de Consciência (MC) especializado em acompanhar outros mergulhadores (OM) ao limite das suas próprias apneias.

Jacques Casteau, a.k.a. Jacques de Lavin, sabe - ou acredita - que o mergulho na Existência é puramente opcional... por um instante - o tempo exacto que demora a um piolho cósmico a despertar para a realidade última do Ser: a de que de que para continuar a Ser, o piolho cósmico terá eventualmente de (re)tornar a Buda careca.

e o mais importante, digo eu - Jacques Casteau - não é chegar de piolho retornado a careca numa vida, muito menos apregoar a iluminação ou escrever livros piolhosos em nome próprio sobre isso.

o que interessa mesmo ao pobre do piolho, digo eu - Jacques de Lavin - é começar a responsabilizar-se pela comichão à sua volta.

há sempre um animal arquetípico a nadar no inconsciente colectivo
ou mais
à espera de resgate e contacto
e o pior é que temos mesmo que os personalizar
... fazer passar pelo garganete

ou acha que se safa de ter relações invulgares, com urano na sete?
ou ter em Vénus uma camisa de Neptuno e ainda assim encontrar alegria na contabilidade?

é que se não conhece o seu Céu, nem mergulha nos seus mares, WowMan!...

you are in trouble
(and you are the trouble-maker say what you may)

nesse caso não exite - não saia, digo. Somos especializados em relativizar problemas. Fazemos cada um parecerem dois. E depois centenas. E depois já não são problemas, tornam-se bolhinhas de ar a soltarem-se de dentro de água. Não sabemos se são gases,

mas mergulhamos consigo.


Para nos contratar ao mergulho, Jacques de Lavin e Jacques Casteau, chapinhe na água.

será provavelmente uma questão do tempo cosmicamente perfeito
- pelo menos a desculpa é imbatível - 

até localizarmos a sua bóia

E DEPOIS

É QUE A AVENTURA COMEÇA

tem é que pagar a dobrar se quiser só um. Somos dois, e a consciência de que somos dois - faz de nós Um. E se é difícil recuperar a Unidade, imagine ter que a perder, sistematicamente, só para recordar a toda a gente que está tudo certo desde o início, e se ainda não está tudo bem, é porque ainda não acabou.

(que estranha forma de vida, esta de ganhar a vida a lembrar os outros de que só ganham quando a Vida ganha, e que a Vida só ganha quando eles ganham de maneira a que todos ganhem, e que no fundo quanto mais as pessoas se preocupam mais certo tudo está, embora - para estar cada vez mais certo - tenha que estar ou parecer tudo cada vez mais errado)

a nossa abordagem mergulhativa é, aquaticamente, desaconselhada a neuróticos e racionalistas nervosos. Adapta-se muito mais anatomicamente ao espírito de bailarinos, peixes de muitas cores, loucos, artistas de si e dó bemol, aventureiros, exploradores, e outros espíritos livres

em busca de














exacto. Tá a ver a ideia, não tá?



se ainda assim insiste em ter uma sessão particular, leia as nossas condições e envie-nos um emílio


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