3 de outubro de 2015

como se houvesse "vespera" de uma Eleicao...


... há quase quatro anos, no início de 2012, num evento chamado "uma lente para o futuro", sobre a Astrologia de 2012 e dos anos seguintes, em que apresentei o meu conceito d' "a A.R.C.A. para Navegar o Futuro" — enquanto o Alan Oken, a Maria Flávia de Monsaraz e a Rosita Iguana apresentavam, ao longo de um dia incrível e maravilhoso, as suas próprias visões do futuro, a tod@s os que se juntaram a nós, no Quiron —,

e pouco mais tarde, em Albufeira, ao lado do José Augusto (que saudades, Amigo!), quando partilhámos aquele dia a que chamámos "da crise colectiva à oportunidade individual" e oferecemos nossa antevisão dos trânsitos de Urano, Neptuno e Plutão para os próximos anos, que são estes,

(estranha forma de vida, esta do futuro se fazer Presente, assim, "de fininho" ;) e às vezes com voz grossa)

... em ambas ocasiões, e tanto quanto me recordo (embora tenha péssima memória para muitas, muitas coisas),

lembro—me de ter dito que nos próximos anos iríamos observar grandes massas de pessoas a deslocar—se pelo mundo, perdidas, sem orientação ou destino,

e essa foi uma memória que acordou, recentemente, quando a Lua Cheia de Peixes e a recente oposição de Júpiter a Neptuno nos céus iluminou, e trouxe finalmente à consciência colectiva,

o drama dos refugiados.



(Júpiter — Neptuno simboliza os refugiados, evidentemente. Basta pensarmos no que um, e outro, significam).

Por essa altura, também, lembro—me de ter publicado numa revista (seria a Activa?) um artigo sobre o mesmo tema: o Mundo Futuro que começaria a desenhar—se com o colapso, e a dissolução gradual e inevitável, do (mundo) que herdámos e (já) conhecemos.

E em Espírito de Serviço público (não é que chegue ou sirva grande público, mas enfim...) transcrevi e publiquei no meu blogue esse artigo, chamado (e claramente inspirado no título do Aldous Huxley) Admirável Mundo Novo.

— e aflorei, dadas as limitações de espaço e a natureza do artigo, o tema dos imigrantes, no parágrafo sobre Neptuno em Peixes —

Hoje, perante as notícias que correm no mundo, na iminência de eleições no meu país de nascimento, e porque cada novo dia é a oportunidade de colaborarmos conscientemente com o Novo Mundo que está em construção, saibamo—lo ou não, queiramo—lo ou não (como, não?)

... e porque os indivíduos, os cidadãos, particularmente através da sua própria capacidade de mobilização consciente e desperta, da sua responsabilidade individual e colectiva, e das suas pequenas e grandes escolhas diárias,

das plataformas, dos movimentos, das redes, das associações e até — imagine—se! — através dos "partidos" (rumo a um "inteiro", íntegro, um dia),

através da informação mais além da manipulação mediática e "política",

da sensibilidade aos temas da "Unidade" e do Amor (justiça e solidariedade social, economia "branca", ecologia, holismo, saúde e não fármacos industriais, cooperação e não lobbies e interesses privados, direitos dos humanos, dos animais, dos vegetais e dos minerais, energias não poluentes e renováveis — as "verdes" —, seres humanos ao serviço da Vida e não a Vida ao serviço dos reptilianos, enfim — evolução colectiva: uma Humanidade, um Planeta, Um só Coração❤),

e porque — escrevam isto — a humanidade vai ganhar cada vez mais poder relativamente às elites (sim, o 1% dos animais que mandam no mundo vai, ele próprio, começar cada vez mais a ser posto em questão e a perder privilégios retidos, sabe deus ao custo de quanta violência, e injustiça, ao longo de anos e anos)

e assim recuperar alguma (muita, esperamos) Dignidade, auto—determinação, Poder, e a responsabilidade inevitável que os acompanha)

... talvez por isso, digo, o Facebook me tenha, através das "memórias", reconduzido hoje a este artigo publicado no blogue há exactamente três anos e meio,

e um pouco mais de tempo, em papel,

gravado no entanto - inevitavelmente - na Consciência *

Deixo—o aqui,

Não só para recordar, mas para reforçar o que é o nosso Horizonte Comum,

é só uma questão de tempo — e, pessoalmente, quanto mais rápido melhor (não é mais depressa do que os ponteiros cósmicos, é idealmente em sincronia)

Diz que amanhã é dia de eleições.

Mentira.

Todos os dias são dias de eleições.

Todos os momentos, também.

Não se distraiam, e como dizia o "meu" saudoso e amado Manel Lopes,

"Não se iludam!"

Eleições são escolhas.

Escolhas dependem da capacidade de honrar o que valorizamos,

Dentro do que acreditamos que é bom, luminoso, verdadeiro, Real, e possível.

Dentro dos limites de cada um,

A escolha implica uma discriminação da qualidade entre opções.

O medo (de perder segurança ou privilégios, que é como quem diz, do "conhecido", quando não sabemos que o futuro é sempre melhor se ousarmos abraçá—lo — chama—se: Fé, ou Confiança no Plano de Amor que é o Plano Inteligente de Deus para a Terra, a Nova Terra)

Ou o desejo (que é a defesa dos quase—humanos, assustados e inconscientes, "contra" o medo: se não houver medo, o Desejo torna—se Coragem, e Ousadia, e na Vontade de travar o Bom Combate — quando o Guerreiro interno não anda distraído com questiúnculas de auto—protecção — "auto": ahahahah. E protecção: de quê?!)

... O medo, e o desejo, ambos alimentados pelo único "pecado" que "realmente" existe, e que é o da Ignorância,

São o único que pode impedir o Amor, a Clareza, a Liberdade e a Dignidade de Boas Escolhas.

... e nao estares em reaccao. Se estas a reagir, nao estas a escolher. Se estas em reaccao contra o que nao queres, nao estas a escolher pelo que queres. Se estas em reactividade, nao estas a ser Livre para escolher realmente.

... e já que não consigo estar em Portugal a tempo de votar, desta vez,

e cada Um serve como pode, e dentro do que pode, como quer e escolhe (e os outros que lidem com isso, é o karma deles — o nosso, é rigorosamente igual: é lidar com o nosso próprio karma, que inclui o karma daqueles com que temos de lidar; é simples. De perceber. Viver é que é mais complexo, mas por isso mesmo, mais valioso. Se nem sequer percebermos, que é o mais fácil, então é que estamos mesmo mergulhados muito fundo nas nossas próprias mer*as subjetivas e, nesse caso, precisamos aprender a construir um periscópio. Há solução para tudo, pelo menos enquanto estivermos vivos,

e a aprender a Viver).


Deixo portanto aqui o que penso, acredito, e valorizo. É uma espécie de programa de governo para a Humanidade.

(já disse que tenho um plano, depois da Humanidade, até para Portugal? 😎)

Para que cada um possa pelo menos considerar

E ver a "longo" prazo

Mais além da conveniência do medo, ou do desejo, imediato

E clarifique suas escolhas

E as expresse em consciência.



Não digo (especificamente) nas eleições de domingo,

Digo:

A cada Momento

De suas, nossas, Nossa

Vida



❤
Enviar um comentário