24 de dezembro de 2013

Peixes — insights astrológicos até 2015

PEIXES
(Signo Solar ou Ascendente)


Quando chegam do mundo as notícias do seus caos, sofrimento, fome e restrição,

as evidências de instabilidade e do colapso, o reforço das incertezas,

a ameaça do desconhecido,

e as pessoas começam, um pouco por todo o lado,

a correr em círculos como galinhas desvairadas,

deitando as mãos à cabeça na aflição de poderem vir a perder todas as suas apostas

e duvidando – finalmente – dos planos e dos critérios e das certezas

em nome das quais construíram e e sofreram e lutaram toda a sua vida,

a única pessoa que não só não se inquieta,

como até suspira de alívio

é você.

É que da multidimensionalidade holográfica em que você vive e se move,

conduzida por correntes e subtis e nadando por entre ondas

e nuances que mais ninguém vê,

sempre foi líquido que o mundo em que os outros acreditam viver

é tão sólido e real como uma bolha de sabão.

Só que você nunca o conseguiu explicar. Até agora.

E agora também já não precisa.
Porque agora, que a ilusão da terra firme colectiva evaporou e despejou no oceano da existência – o oceano em que você nadou toda a vida - tantos marinheiros de água-doce desorientados, em pânico e de repente: você sente-se em casa.

É hora de ajudar os outros a nadar, a navegar estas águas novas com compaixão e sabedoria; é hora de levar para mais longe os seus abraços a náufragos.

Mas lembre-se que só pode nadar ágil nas águas se evitar ingestões: de alimentos e sentimentos pesados, de pensamentos e crenças limitadas, de relações condenadas e hábitos tóxicos, de anestesias para a dor. É que não há mar de que escapar que não seja o mesmo oceano de Amor: quem rejeita a dor é sua vítima, e quem a abraça Salvador.

Cuide da dieta: pense bem (melhor ainda, sinta — não com a boca do estômago mas com o Coração —) com que é que anda a alimentar—se, e que diabo de fome é essa.

Está em estágio para o novo ciclo que se inicia no último trimestre de 2015: e seria tão mais interessante que estivesse pronto.

De resto, olhe: não sabemos mais nada. Seja como for, a sua vida sempre foi — e será — um mistério incompreensível. A não ser, claro, para quem... Compreende.


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